Dogs are everywhere

A batalha de Mauro

Mauro Araújo é meu amigo e colega de trabalho na Torre*. Goiano, bem humorado, escritor premiado duas vezes no Estado de origem com livros que ele classifica como romances históricos, A Batalha de Poitiers e o Visitante. Em boa hora lançou um blog que não merece passar desapercebido. Textos bem espontâneos, sem sinais de esforço pra serem bons. Versa sobre os mais variados temas. Visite-o em mauroaraujo.blogspot.com, e acompanhe as supremas novidades da maurolândia. O cara é arretado, tem energia suficiente pra fazer um post por hora. He.

* É onde a bruxa fica puxando o cabelo da sonsa da Rapunzel até ela aprender a fazer caldo mágico numa escala quatro por um.

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Dedo indicador

Tá certo que eu tenho links na barra do lado, mas não custa nada eu admitir que leio uns mais do que outros – mesmo que não de modo constante como eu gostaria. Eles são…

Antes eu era caquete, fã de Caco, mas o tempo passou, a gente cresceu e ele começou a escrever um blog muito cretino, que é esse aqui: www.verbeat.org/blogs/cacoishak .

Em 2005, o ano internacional do Microcrédito, do Esporte e da Educação Física pela ONU, eu conheci a Karla Nazareth em fase larvar, antes plasticsurprise.blogspot.com, hoje www.empurracomagua.org.

O Doda é meu colega, mas não é por isso que eu indico o bloda.wordpress.com , é porque ele consegue atualizar sempre com itens por vezes inteligentes, por vezes úteis como um modelo de cama que vira um carro, mas meu salário me proíbe.

Falando em Doda, passa no www.ressacamoral.com, que faz um bem danado para circulação sanguínea.

O Fabio, hoje companheiro além-mar, escreve em fsalvatti.blogspot.com, quando a procrastinação que ele anda alimentando com ferro e cálcio ao lado da estante de livros deixa.

Que mais? cafetao.wordpress.com. O cantinho do nerd sofisticado, por ele mesmo.

Ah! Não esquece de visitar o Damaso, ele tá de babyblog agora, o cartasuruguaias.blogspot.com. Lá ele é o jornalista que foi viver em Montevideo.Intenções literárias, impressões, contos, devaneios e toda aquela egotrip enjoada – motivo pelo qual os blogs foram criados, é com o que pretendo abastecer o site”.

Existe um zine, sobre o qual eu poderia escrever 30 linhas, em primeira pessoa, utilizando a prosa e me atendo ao tema – lembra do vestibular?, mas eu prefiro que ele fale por ele mesmo, é o www.hortifruti.org. Vai lá.

E venha cá: vidassonoras.wordpress.com, do meu amigo Léo Aquino – o meu descobridor oficial de bandas novas e terras distantes.

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Peça que eu gostaria de assistir #1

Estreeou dia primeiro no teatro next, São Paulo. O release foi-me cedido gentilmente pelo meu querido amigo Fabio Salvatti.

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Fila para discutir o mundo

A situação é simples, ao mesmo tempo prosaica e absurda: uma linha branca no chão que determina o lugar em que se deve formar uma fila. Não sabemos porque nem para que. Nem importa. Essa breve proposição, a linha branca sobre o palco, foi o pretexto de Israel Horovitz para a criação de “Linha”, que a Kiwi Companhia de Teatro estréia no Teatro NExT no dia 01/11.

Escrita em 1967, e em cartaz ininterruptamente em Nova York desde 1974 (é a peça mais longeva do off-off-Broadway), “Linha” é um ácido e bem-humorado ataque à prática competitiva da sociedade norte-americana. Cinco pessoas querem ser a primeira na fila, custe o que custar. Para tanto, vale desde a dissimulação cínica até a violência física.

Infelizmente, no Brasil da lei de Gerson, do “jeitinho”, do toma-lá-dá-cá, a alegoria proposta por Horovitz encontra mais eco do que gostaríamos. Por isso a Kiwi Companhia de Teatro resolveu levá-la à cena nesse momento tão agudo da vida política do país. A esse respeito, diz Fernando Kinas, diretor do espetáculo, “Linha é um ponto de partida para investigar a ideologia do sucesso e da competição, a publicidade, o mercado, o cinismo, a mediocridade classe média, a ambição de ser o melhor e de se dar bem, a falta de solidariedade e de companheirismo, o isolamento induzido pelo individualismo”.

Israel Horovitz, dramaturgo judeu norte-americano, apesar de consagrado nos EUA e na Europa ainda é pouquíssimo montado no Brasil. Com seus textos debutaram atores como Al Pacino e Richard Dreyfuss. Dentre suas peças destacam-se The Indian Wants The Bronx, Rats, Lebensraum e 3 Weeks After Paradise, uma reflexão/memória sobre o 11 de setembro.

Linha inaugura a fase paulista de produção da Kiwi Companhia de Teatro, radicada em Curitiba há dez anos. No seu repertório, estão espetáculos como R, Tudo o que você sabe está errado, Carta aberta, Fragmento B3 e O Bom Selvagem. Assim como os demais espetáculos da Companhia, Linha expressa a vocação de pensar o mundo e o teatro em cena.  

Serviço: 

Linha (Line)

Texto: Israel Horovitz/ Direção: Fernando Kinas/ Assistência de direção: Fabio Salvatti/ Elenco: César Guirao, Chiris Gomes, Lori Santos, Paulo Alves e Sérgio Pardal/ Produção: Roberta Koyama e Letícia Vianna/ Realização: Kiwi Companhia de Teatro 

Teatro NExT – Rua Rego Freitas, 454. De 01 a 30 de Novembro: Quartas e quintas, 21h.

Clique aqui para ver os outros cartazes: Cartaz1, Cartaz2.

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Que arranjo, ehin!

Voz do Brasil. As Filhas de Chiquita. Páginas da Vida (Capítulo de estréia da Morte de Nanda). Tudo numa quinta-feira que parecia ser a mais modorrenta de todos os tempos. Terminou que a minha previsão do tempo deu errado e um vento (aquelas brisas de novela) virou a meu favor. Tenho certeza disso.1.

Estava entediada, olhando para o horizonte e o meu horizonte era a tela do computador. Eu me toquei que era o dia da estréia. Mobilizei forças, ou seja, deixei um scrap. Pronto o arranjo estava encomendado.

2.

No carro, a caminho do ccbeu, como única opção de áudio tínhamos a Voz do Brasil. Felipe comentava [alegremente] o quanto a Voz do Brasil melhorou desde a sua criação, que se o Governo Lula fez realmente algo de bom foi melhorá-la, pois apesar da chiadeira incrível, a modernização da música tema – o prelúdio de O Guarani – era um convite infinitamente mais bacana* para se escutar as notícias do Governo. Lembrava, mas só de longe, a Hora do Brasil varguista, bla bla blá. O Felipe nem fala pra cacete, mas aquele papo já tava entrando obtuso na minha cabeça, porque para mim, por mais que eu tente ser uma cidadã consciente (menos pela FOLHA – essa implicância está ganhando proporções fora de controle), a Hora do Brasil é tradicionalmente a Hora da Economia. É quando eu desligo o rádio e sei lá, vou viver. Ele que estava dirigindo, mas quase eu bato o carro.

3.

Confortavelmente instalados nas poltronas bacanas* do ccbeu e com o controle de qualidade deles na mão, começamos a assistir o filme As Filhas da Chiquita. Duvidando da qualidade do filme, o Felipe começou a simpatizar com a coisa. Eu relaxei totalmente quando ele deu a primeira risada. Quer dizer, sabe o quanto custa um sorriso? Não vou começar esse papo piegas, mas é o que o Vlad disse no final: Obrigada pelas gargalhadas. Não tem melhor recompensa para uma fábrica de entrenimento. Mas o documentário também era informação, conscientização. Gostei bastante e indico ao público do eixo Rio – São Paulo – Mossoró que não percam quando esse filme ganhar as telas daí. “As Filhas da Chiquita”. Da Priscilla Brasil. www.greenvision.com.br

4.

Ein? Eu não sabia que a Nanda ia morrer. A Milenna que me contou pelo MSN. Eu fiquei aterrada, chocada, indignada, ojerizada, ostracisada, cagada, antecipada, assanhada. Ops. Porque ela era a minha razão de ver a novela. Por que ela era a minha razão de ver a novela? Ela sifu muito mais do que eu. Só o gênio do Maneco para me tornar uma dona de casa resignada e feliz com a imensa sorte que eu tive. Agora só resta eu melhorar a minha sorte e telar todo esse apartamento. Mas olha, para dizer a verdade ainda bem que ela morreu antes das minhas aulas voltarem. A partir de 8 de agosto, eu não quero mais saber de TV na minha frente.

5.

Agora estou aqui: depois do Jornal da Globo esperando ansiosamente pelo Bom Dia Brasil – O jornal mais ruim da galáxia terrestre.

6.

Um dia você ainda entende como eu gosto de coisas que considero podre.

*gírias a esmo é que nem barriga de chopp. começa com um descuido, termina com uma trombose.

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No ctrl c+ctrl v de hoje:

“Provocações…

E lá vem você outra vez com a sua conversa mole de sempre. Como se achasse que vai mesmo me convencer de que tudo não é exatamente igual ao que sempre foi. Como se realmente se importasse com o que vai ser de mim amanhã, depois que você for embora pra casa. Como se não fosse você a pensar sempre tudo, sempre mais, sempre demais, sempre mais do que é preciso. Às vezes eu prefiro aquela velha pose de mulher audaz, independente e auto-suficiente que me visitava tarde da noite com um xaveco meia-boca pra me levar pra cama, sair sorrateira ao raiar do sol e me ligar no dia seguinte com a cara mais besta de quem não viu nem sabe. Porque essa candura santa não lhe cai tão bem quando a gente já sabe no que tudo sempre vai dar. E esse teu doce já amargou e não tem mais graça desde que, ácido, deixou de ser virgem anos atrás. Você pode convencer o mundo e a lua de que essa conversa de “amor” lhe desagrada. De que meus beijos sem compromisso lhe bastam ao corpo tanto quanto à mente. Particularmente, nunca beijei uma mulher que não quisesse comer. A gente sabe… E na verdade você não precisa de trotes. Axiomas à parte, já passamos dessa fase. Quando quiser aparecer não me ligue mais. Só toque a cigarra e traga o vinho de sempre.”

o blog dele.

Vou me trajar de destinatária e tentar uma resposta:

“Isso é saudável pro psicológico. Que eu estou querendo te enrolar de novo, quando na verdade a gente sabe… sabe muito bem quem fechou a porta atrás de si. Você tem toda a razão de duvidar se eu me importo com você. Até eu mesma duvido que eu me importe. Mas não sei o porque de tanta reclamação. Eu te deixei de consciência reciclada. E reciclável. Pra bater aí quando quiser e não ter de ficar de nhem-nhem-nhem depois. Não é perfeito? Acho que a palavra ‘justo’ não cabe aqui, não cabe em nenhum diálogo com você. Se eu ainda sou fiel à essa porta é por comodismo. Juro. Parece até que você quer uma gueixa, uma devota. Mas eu me viciei no sofrimento e você não me faz sofrer mais”.

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As 48 Leis do Poder

(por Natalia Brabo, versão Herbert Richards)

1. Não acorde. Nunca.

2. Se acordar, gire a cama 180º para a esquerda e tente dormir de novo.

3. Mas você insiste em quebrar a lei número 1. Tá bem. Todos vão quebrá-la um dia. Levanta, né?

4. Cozinhe sardinha com espinafre para o café da manhã, mas cuidado com a sardinha, ela pode tentar lhe fazer de bobo.

5. Acenda o cigarro matinal, mas verifique se a cortina de fumaça não turvará sua vista para as estratégias destrutivas que começarão a ser tramadas (por e contra você).

6. Abra o guarda-roupa e examine atentamemente se não há sardinhas tocando fogo nas suas roupas íntimas. Caso estejam é porque está na hora de você parar de armazenar comida em casa.

7. Não, nem Elma Chips.

8. Pise com muita cautela sobre o assoalho. As chances de uma tábua levantar e bater na sua cabeça são tão grandes quanto a de você escorregar na lajota. Piso de carpete não é solução, é desvio padrão.

9. Se você sobreviveu até o banheiro, muito cuidado. O banheiro tente a ser a área mais filosofante da casa. É onde você provavelmente programará quem irá humilhar durante o dia, quais a podreiras que irá dizer e quantos sorrisos superiores irá destribuir. Mas não dê/use touca. Quase tudo o que há num banheiro é assassino.

10. Saiu de casa? Não ignore a menor filha do vizinho. Um dia você pode precisar dela. (precisar: lato e strictu senso)

11. Seu carro está bem estacionado. Porém ficou imprensado por dois caminhões. Ainda tem um ônibus escolar esperando o que o gordinho da casa ao lado quer pro lanche: queijo cuia ou pistache. Aja com confiança. Seu 1.0 é demolidor. Ultrapasse pela calçada. Deixe um recado na grama vizinha com o pneu do seu carro: PISTACHE.

12. É possível que você esteja no ônibus escolar. A turma certamente não gosta de brincadeiras saudáveis. Lidere. Da guerra de bolinhas à tabuada.

13. Não estudou para ser o sabichão? Morra.

14. Voltando à possibilidade de você ser um adulto. No trabalho não se engane. Todos querem te sabotar. Seus colegas, seu chefe, os estagiários, o porteiro, a tia do café, os clips, o grampeador, os papeis, e, principalmente, a sua versão do windows. Dica: chegue primeiro, ponha tudo numa ordem que o seu campo visual consiga controlar, não faça movimentos bruscos, chame a atenção para si, não chame a atenção para si. Sorria, você está sendo filmado.

15. Cheque as condições da sua cadeira. Ela pode ter sido desparafusada enquanto você dormia.

16. A ganância destrói os homens. A sua irá destruir todos eles. Pense negativo.

17. Adote uma vida solitária. Cultive um cacto e tenha um espelho espelho formador de opinião (Vide Branca de Neve).

18. Sua risada daqui por diante será: MU-HA-HA-HA!

19. Olhe, pesquise, comprove todas as suas suspeitas, por mais sujas que elas sejam.

20. Disfarce suas intenções. Se faça de difícil. O inverso: dê pra quem não conhece e faça ele saber.

21. Use camisas horrorosas. Tenha mau gosto. Seja feio. Só assim você estará no ponto para sentir inveja real.

22. Tá com inveja? Detone quem lhe oprime.

23. Seja contraditório, polêmico. Dê uma de doido sempre que puder.

24. Ande levantando bem os pés e pisando com veemência.

25. Tenha sempre no bolso um baralho sunita.

26. Convença seu mindinho, zezinho, o maior de todos e o fura bolo que só eles são capazes de mudar o mundo. O polegar está drogado.

27. Na hora do almoço, nunca peça o que realmente quer comer.

28. Leve sempre talheres de plástico e recuse as imitações.

29. Lidere a mesa do almoço. Seja tirano. Demita quem não comer o mesmo que você pediu.

30. Mastigue com força.

31. Jogue na loto e quando ganhar não divulgue. Mas compre uma medalinha de Cosme e Damião para todos aqueles que você vai deixar na mão a partir de agora.

32. Adicione todo mundo que está no orkut. Mas deixe um scrap antes.

33. Malhe. Bastante. Malhe tudo e a todos.

34. Elabore uma newsletter contando seus feitos de caridade na rua (esmola) e mande para todos os seus contatos do MSN, Gmail, Yahoo etc.

35. Ambicione acabar com o eco-sistema. Não precisa fazer nada.

36. No dia das mães, apareça no fim da noite com a camisa toda suja de ketchup e só diga: “tive um contratempo” e saia correndo de volta.

37. Que dia dos pais?

38. Seja dissimulado: pinte seu cabelo.

39. Faça vudus como terapia.

40. Torne todos dependentes de você. Comprometa-se a ser o carona de todo o seu círculo social. Desligue seu celular a partir da sexta feira.

41. Ensaie 1873 formas de pedir desculpas.

42. Ainda está com o baralho sunita no bolso? Leia a sorte de todos os superticiosos. É sempre a mesma coisa: moreno, estatura mediana, fala mansa e seguidor das 48 leis do poder por Natalia Brabo (última característica a ser ocultada).

43. Ande sempre com uma régua ou uma trena. Tenha a medida de todas as coisas.

44. Pratique esportes. Tiro, arco e flecha e lançamento de disco podem ser úteis no futuro.

45. Não há mais o que dizer.

46. Mas se eles conseguiram, eu também posso. Continua.

47. Tenha metas. Seja frio e calculista. Assista novelas, espreite a conduta do vilão, ele é o mais inteligente de toda a trama. Fuja dos finais felizes.

48. Não vale bater em cachorro morto. Odeie quem te dá trabalho. Assim você terá muito o que tramar e sua vida terá um sentido horário.

Observação:
Retire seu adesivo “Paranóia é vida” em uma de nossas lojas. Tem sempre uma perto de você. Muhaha.

Observação2:
Essas leis são comprovadas com toda uma experiencia de vida que o diabo deu. A adesão ou não da sua parte não significa que você não possa ser atropelado por elas.

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Recomendo de pé junto

Literatura non-sense, pra lá de engraçada tem nome: os Barbarás.

Vanessa Barbará é responsável por hortaliças acidulantes no seu zine que tá em número 66.

O outro é irmão dela. Marcos Barbará, o anão, acusado de escrever coisas do tipo:
(…)

“Assustado, Josef percorre a planície do Cáucaso por 6 dias e 6 noites, e então encontra um sujeito que lhe faria uma revelação bombástica, se estivesse sóbrio. Janko Milaszkiewicz, um polonês desempregado, mantinha sua funções vitais ativas com a ingestão de leguminosas que ele próprio plantava em seu jardim hidropônico. Vivendo sozinho desde 1917, Janko nunca foi popular, e os poucos amigos o abandonaram ao descobrir que ele possuia dez dedos nos pés, sendo nove dedos no pé esquerdo e um no pé direito. A única felicidade do polaco consistia em conversar com Puppy, uma fuinha maltesa. A diminuta criatura lhe transmitia carinho e confiança, ao mesmo tempo que cozinhava e anotava os recados. Após uma troca de olhares, Josef repudia a fuinha, cospe ao chão, e decide fazer do objetivo de sua vida a extinção de todos os animais do filo dos Chordata. Então Josef desafia Janko a um duelo que custaria a vida de um dos envolvidos na balbúrdia.”(…)
Escreve no orkut mesmo, não tá nem aí.

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