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Bagdad Café

Se não fosse pelo Imposto de Renda, ou pelos financiamentos feitos, ou  a matrícula na repartição, meu nome estaria vagando por aí nos trilhos da independência, como qualquer um daqueles personagens de Bagdad Café. Não sei se queria agora tomar um café preto sem graça num hotel beira da estrada no Arizona, ouvindo – como  e com Jack Palance – aquele inglês herbívoro dos afro-americanos,  mas é, certamente, um refúgio agnóstico, digno de um recomeço para histórias sem fim.

Só me empolguei hoje de assistir pela enésima vez esse filme, durante o nascer-do-sol. Sinal de que será um dia diferente.

Arquivado como:Corriqueiras

2 Responses

  1. Ah, se não fosse pelo SPC, o meu também.

  2. Madame Poison disse:

    Tu é do mal mesmo. Já quer logo massacrar…rs!
    Mas é verdade, minha vida tá precisando de uma sacudida.

    Beijo.

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