
Sarney enumerando as qualidade de se ter um bigode da sorte: "Eu e Nenê (Constantino) usamos".
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Novembro 10, 2009 • 7:02 pm 0

Sarney enumerando as qualidade de se ter um bigode da sorte: "Eu e Nenê (Constantino) usamos".
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Novembro 1, 2009 • 12:47 am 2
Você pode assistir a Rambo III várias vezes, mas nenhuma será igual.
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Você encontrou um filme melhor que o livro que o inspirou? Não se espante. Compare o tamanho do investimento.
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Uma modelo ou coisa assim vira atriz. Ela passa um tempo tentando emplacar algo que a dê respeito. Depois que ela consegue provar que consegue atuar, o que mais ela pode fazer? a) engordar 7 kilos para dar sorte. b) fazer par romântico com o Tom Hanks. c) produzir o próprio filme e exagerar na interpretação, quase colocando tudo a perder. d) todas as alternativas anteriores.
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Nós, eu e você, iremos assistir o filme do Michael Jackson por quê? 1) O intuito era assistir Lua Nova, mas achamos que o protagonista de This is it estava pálido o suficiente para convencer como vampiro. 2) No cinema da sua cidade – não brinque com isso, muitas cidades tem apenas uma sala – só tinha vaga para um cartaz contendo gente fardada, então Che ficou de fora. 3) Rolou uma saudade do ídolo da minha tia de segundo grau. 4) Nós quisemos.
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A falta de talento para criar não elimina, de jeito nenhum, o talento para imitar. Graças a isso existe a palavra indústria antes de cinematográfica.
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Há certos batizados especias: "Cadê aquele menino alguma coisa Depp, porra?"
Outubro 22, 2009 • 11:32 am 2
Se não fosse pelo Imposto de Renda, ou pelos financiamentos feitos, ou a matrícula na repartição, meu nome estaria vagando por aí nos trilhos da independência, como qualquer um daqueles personagens de Bagdad Café. Não sei se queria agora tomar um café preto sem graça num hotel beira da estrada no Arizona, ouvindo – como e com Jack Palance – aquele inglês herbívoro dos afro-americanos, mas é, certamente, um refúgio agnóstico, digno de um recomeço para histórias sem fim.
Só me empolguei hoje de assistir pela enésima vez esse filme, durante o nascer-do-sol. Sinal de que será um dia diferente.
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Junho 8, 2009 • 3:02 am 2
Sei que vai parecer uma daqueles insights clichês que a gente tem depois de ver uma prostituta se vendendo no sinal onde ela provavelmente já deixou de se perguntar diariamente como foi parar ali.
Não precisa susto (ou precisa?) para descobrir que existem pessoas muito mais espertas que você andando por aí, limpando privadas ou conduzindo carros grandes e cuja sobra do salário de um ano não pagaria nem um par de pneus. Eles falam rápido, mas fazem pouco dinheiro. O único saldo talvez seja a honestidade e a esperança. É bom reconhecer que para o pouco esforço que fiz desde que vim ao mundo até que estou bem. Reclamarei menos depois deste ponto final.
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Maio 29, 2009 • 12:48 am 3
Qual é o maior problema em cometer erros, falhar, fracassar, ir mal, muito mal? Se ninguém visse o erro, ele poderia ter um efeito colateral muito menor, muito menos arrasador. Mas não. O fracasso existe porque existe sucesso. Um depende do outro para existir, malignamente ou benignamente. Do mesmo jeito, ter sucesso sem platéia não pode ser considerado um sucesso social, talvez apenas pessoal, não é? Read the rest of this entry »
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Janeiro 16, 2009 • 4:49 am 6

"Apenas bons amigos." Créditos: aporrea.org
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Janeiro 14, 2009 • 4:29 am 2
Muito do que se anuncia na internet é puro milagre. Hospedagem Asa Sul quarto econômico. Confira! Apostila Concurso Apenas 15 reais. 2 x. Compre agora! Compre sempre! Calvice? Pé chato? Mau-humor? Seus problemas já eram! Panelas, taças, colheres. Ainda dou dinheiro pro anunciante com meu click. É, às vezes, um html todo tosco que me lembra o lay out dos anúncios do Catálogo Hermes ou coisa afim. Seja dono do seu próprio negócio. O catálogo do catálogo. Quer namorar? Entre agora e veja quem está online. Não quer? Encontre um bicho de estimação. Sharpei em promoção. Compre uma vaca hoje! Voe para a Groenlândia por uma bagatela. Aceitamos cartões, 10x sem juros. Não, nós gostamos de você e te daremos 12x sem juros. Eu me esbaldo em olhar. Eu sei que você também. Talvez até em comprar. Falando nisso, to atrás de umas roupas de cama, se tiver um preço legal e-mail me.
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Janeiro 7, 2009 • 4:25 am 4
Existem talentos que eu chamaria de construtivos, os indivíduos os usam a seu proprio favor ou a favor da humanidade por assim dizer. São os que, combinados à sorte, geram frutos bacanas, artísticos, eternos. No entanto, o que me interessa do contrutivo, no momento, é chamar a atenção para o seu irmão obscuro, o outro, que eu denominaria de talento destrutivo.
Assim como o contrutivo, o talento destrutivo precisa da oportunidade para ser desperto. Enquanto inoculado não oferece perigo nenhum. Mas quando o gênio ruim explode, às vezes, não faz muita diferença a categoria educacional ou o código ético a que foi submetido. Acredito existirem personas com habilidades impressionantes para desordens, intrigas, mentiras e crimes frios. Vai ver os criminosos mais brilhantes da história devem ter partilhado maestria semelhante. Veja. O cálculo da destruição é exigente: há manipulação, mentira, ações rápidas e atitudes pensadas. Armadilhas planejadas com antecedência, mas também improvisadas com igual sagacidade. Não estou vendo novelas demais ou fazendo apologia ao crime. É tão doloroso para eu me dar conta de que tem gente ruim de verdade, porque eu sempre fui e continuo sendo partidária da busca pela pureza de caráter, da diferença, que conviver em harmonia com a opinião alheia pode ainda quem sabe salvar o amanhã, da alteridade – meu respeito à antropologia vai longe – mas enfim. (odeio terminar frases com “mas enfim”, significa que fui vencida ou arrematada pela vertente pessimista)
Voltando à mente criminosa, enquanto os indivíduos bons – ou criminosos sem talento – , passam a vida enfrentando as diversas chances de corrupção de forma torturante e se livrando de algumas delas com a conduta invicta, ou enterrado em crises crônicas de consciência, o ardiloso já superou a questão ética. Ele está mais preocupado em agarrar as chances de fazer o errado bem feito. Então, para viver bem o ideal é afastar os bandidos e viver bem com os amigos? A pureza de caráter pode estar entre o rol mais interessante de tudo o que é apenas teoria, uma pena. Por enquanto é mais fácil entender que todos terão uma árvore no meio do éden pessoal pra resolver o que fazer da maçã. Há quem vá comer a maçã, passar uma rasteira na serpente e enganar o Criador.

"Quero todos cantando Beijinho doce! Abrindo a bo-qui-nha! Ou eu atiro na Natalia!"
Janeiro 4, 2009 • 6:24 am 1
“I know that it’s true
It’s gonna be a good year
Out of the darkness
And into the fire
I’ll tell you I love you
And my hearts in the strangest place
That’s how it started
And that’s how it ends”
(The Walkmen)
Tentaremos ficar bem bonitos em 2009.
E como diria Obama, Yes, we can!
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Dezembro 6, 2008 • 6:05 pm 8
Sou um cara ciumento. Não tem jeito. Já nasci com o gene do ciúme. Meu pai, minha mãe, o cachorro, tudo ciumento. Aprendi a escrever com seis anos, logo comecei a etiquetar tudo o que era meu. Porra, se é meu, vem outro pivete e bota a mão? Não! Biscoito, chaveiro, bola, cachorro, quarto, mãe. A mãe é minha; por sinal, ciúme latente. Do meu pai o ciúme é potencial – ainda está se desenvolvendo à medida que aquele secretário mané dele parece merecedor em substituí-lo na empresa.
Só que eu cresci. Tenho pêlo na cara. Como homem que sou, abandonei as etiquetas. Eu tenho trancas, são mais seguras. Gosto de trancar tudo. O poder de prender algo com o qual só eu tenho o segredo me ilumina. Porta, portão, grade, arame, chave, cofre. Já estava na hora de comprar os cadeados e …. (raciocício entrecortado por passagem de mulher bonita e perfumada).
- Valquíria!
- Como andas?
- Ah, estou pendurado em duas disciplinas. Você teria tempo livre para me dar uma ajuda?
- Como é que o sujeito mais inteligente dessa universidade fica pendurado em duas disciplinas?
-To meio burro então na matéria de elaborar desculpas esfarrapadas.
Assim começou o meu namoro. Valquíria, caloura, vinte anos, linda. Só em pensar que os outros também suspiravam por essa sequência de características, eu ficava doente. Encontrar com Valquíria introjetava na minha pobre cabeça uma dose dupla de nervosismo. O primeiro era a inegável ansiedade em ver minha namorada, que, vou repetir, era minha mesmo. O segundo era um puta medo de vê-la com outro no lugar. Read the rest of this entry »
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